andre serafim

artista visual contemporâneo, graduado em licenciatura em Artes, ilustrador, pesquisador em cinema, imagem e efeitos especiais. Utiliza a pesquisa pessoal imagética em sua trajetória artistica do desenho à gravura digital. Realiza diversas exposições no Brasil e Exterior, onde obteve premiações e análises críticas de sua obra.
 

manifeto "ARTE PARA QUE"

Begin #19 série "SIRIUS"mixed media/ SERAFIM 2018/19

Begin #12 série "SIRIUS" mixed media/ SERAFIM 2018/19

Begin #10 série "SIRIUS" mixed media/ SERAFIM 2019

imagem acima da série "mar terno" impressão fotográfica e manipulação digital composta com desenhos. SERAFIM 2019

abertura da exposição "Mar de Lá" casa da cultura Monsenhor Celso, Paranaguá.

"MOON" caixa com artefato cerâmico, livro em papel Skizze 96gr hahnemühle, mixed media, serafim 2019

"Life and Death's diary", "MATERNO",digital print, serafim 2019

PROJETO MAR de LÁ -  2019|2020 coletivo artes visuais e literatura - Marília Diaz  -André Serafim - Paulo Ras

O coletivo Mar de Lá composto pelos artistas Marília Diaz, André serafim e Paulo Ras dialoga com as vertentes da produção imagética e da palavra(texto e imagem) promovendo o encontro entre a construção e o aproximar das linguagens e modalidades. Dentro do projeto três séries inéditas serão apresentadas ao público. A instalação divide-se em 3 momentos. São eles: "Materno", "Mar Eterno" e "Mar Terno" cada uma das nomenclaturas fala de tempos distantes. Passado, e futuros do Planeta Terra. Uma viagem de Sirius - A até o planeta água chamado Terra-1.Trecho extraído do Livro MOON... "Recentes descobertas no ano de 2103.8 na base Lunar CERES2, relatam onde foram encontrados artefatos, peças e imagens narrando a criação do paraíso (o Jardim da Lua) e seu declínio no ano 2080.1 d.C. Sabe-se porém que foram 3 os Jardins da Lua criados na Terra-1 e todos foram corrompidos por sua semente; o Homem. A primeira queda "ARUM - MALITIA" 3.800 a.C., a segunda queda "ROMAN EMPIRE" 27 a.C. -475 d.C., a terceira queda 2030 d.C. 2080 d.C., "O Colapso do Sistema - Politics is the Evil of the Garden". Em 5.375.1 d.C., o navegante estelar inicia a viagem ao novo Jardim da Lua na Terra-1, esses diários foram compilados em SIRIUS the book".

"Life and Death's diary", "MATERNO", instalação com mesa, fotografias de família, textos, impressões digitais, cartas de Marília Diaz e artefatos cerâmicos. Serafim 2019

Life and Death's diary" "MATERNO", detalhe, texto sobre papel sulfurize A-2, serafim 2019

Projeto Mar de Lá 2019/ "moon base": impressão digital, fotografia, desenho, pintura digital

2019| macro vision | a mirror man experience | file name | macrovision

a proposta a ser apresentada na exposição coletiva COLATERAIS na Casa da cultura Monsenhor Celso em Paranaguá de 10 de Janeiro a 17 de fevereiro iniciou sua produção em 2017 e foi denominada de macrovision e seus desdobramentos estão em processos de edição nos projetos em construção desde este período até o presente. SIRIUS e MOON, e de 2017/18 Demeter Odyssey, além de também fazer parceria com o escritor e poeta paranaense Paulo Ras e a artista e ceramista paranaense Marília Diaz na mostra a ser apresentada em 2019 "MAR DE LÁ". 

Sobre a série MACROVISION|

O descritivo da série macrovision e novas possibilidades executadas com as imagens bem como novas séries, novos suportes, novas experimentações  podem ser apresentadas aqui neste site como uma proposta de trilhar a série gráfica iniciada em 2004 com a utilização de editores de imagens, pinturas, desenhos, aquarelas e ilustrações e vídeos. São histórias narradas em séries de períodos diferentes e também modalidades da arte. São as histórias do viajante estelar, histórias da colina, da flor coração, do paraíso (referência aos dogmas cristãos), do ser humano, e de suas buscas, compreensão e caos. A música como experiência narrativa e visual, componente aliado nos processos de criação. Em MACROVISION| Depeche Mode, Human League, OMD e a sonoridade synth pop, Kate Bush, Grace Jones vozes e criações áudio visuais e performance, Underworld, The Chemical Brothers, Orbital, The Orb, a sonoridade eletrônica e as novas possibilidades da imagem e do áudio. Os clássicos da Literatura Drácula de Bram Stoker, Peter Pan de J.M. Barrie, Alice no País das Maravilhas de Lewis Carroll, Moby Dick de Herman Melville e Duna de Frank Herbert são exemplos e indicações nas obras e sua produção, sendo todas essas referências inseridas nas construções visuais das séries. E também o cinema é referenciado tanto pela composição visual, como por elementos da cinematografia e direção de arte de películas específicas e clássicos da ficção cientifica e animação.  Mesmo sendo séries elaboradas independentes (são histórias criadas, narradas por diários e sonhos, metáforas e indicações) elas se interligam e apresentam novos elementos as histórias contadas pelo personagem. E estas podem ser possíveis narrativas da Terra.


André Serafim| JAN 2019

LOVE WORLD project 2018

Love World Project resulta da pesquisa e experimentações imagéticas com a fotografia, o desenho, a arte sequencial e o cinema (exemplos, a nouvelle vague e a imagem P&B, os efeitos especiais da imagem através dos matte painters, a direção de arte cinematográfica, cenários, fotografia). Ainda dialoga com processos midiáticos e ferramentas tecnológicas de edição sejam elas de dispositivos móveis (mobile devices), câmeras digitais, captação de imagens via net, fotografias cedidas por artistas visuais, professores de arte, amigos. Propondo uma viagem por lugares, pessoas, memórias e tempos através dos olhos do viajante estelar (personagem já apresentado na exposição "Ícaro e o Labirinto" MAC- Curitiba 2016/17) que carrega a flor coração. Este ser chega até a terra e observa em suas viagens escolhas e possíveis acontecimentos. Narrando a história dos guardiões alados que semeiam os novos jardins do paraíso entre os humanos e suas cidades. Por vezes a narrativa vai em saltos temporais de lugares fantasiosos, fictícios até paisagens originais da terra pelas imagens cedidas ou criadas para as séries que compõe o universo LOVE WORLD Project.

"Love around the world" 2016/18, mixed média

"Love around the world" 2016/18mixed média

"Love around the world" 2016/18 mixed média

"Love around the world"2016/18 mixed média

"Love around the world" 2016/18 mixed média

"Love around the world" 2016/18 mixed média

"Love around the world" 2016/18 mixed média

"Love around the world" 2016/18 mixed média

2018 | consagração do título de Mestrado para Juliano Antoceveiz, com o tema " A Pintura Digital de André Serafim e o Livro de Ícaro"

MAR DE LÁ | Projeto coletivo Marília Diaz, André Serafim e Paulo Ras | work in progress

série| waterfall / mar de lá exposição coletiva Marília Diaz, André Serafim e Paulo Ras, 2019

waterfall/ mobile devices 2018/ 'coletivo mar de lá"

OUTRAS CONSTRUÇÔES Digital Art

self-portrait #1 mixed media/SERAFIM 2019

self-portrait #2 mixed media/ SERAFIM 2019

self-portrait #3 mixed media/ SERAFIM 2019

self-portrait #4 mixed media/ SERAFIM 2019

página A #experience 1 mixed media/ SERAFIM 2019

Earth dead #3 mixed media 2019| SERAFIM

Earth dead #11 mixed media/ SERAFIM 2019

Earth dead #21 mixed media/ SERAFIM 2019

"engaged!" mixed media/ SERAFIM 2019

A ARTE da IMAGEM A IMAGEM da ARTE

O OBJETO ARTE E A REVOLUÇÃO IMAGÉTICA


O objeto arte ao longo de sua trajetória imagética refletiu suas transformações e desafios ante ao desenvolvimento tanto tecnológico como científico no uso de novas estruturas/plataformas de confecção, criação e edição. Tanto de matéria prima para a arte como nas apropriações do novo. "O olhar do artista está relacionado com sua busca e produção, conhecimento e apropriações do meio, pesquisa e laboratório". E esta produção da imagem de uma civilidade contemporânea e evolutiva também se relacionou com as novas ferramentas e mídias. Programas (softwares, hardwares, locais e aplicativos, por exemplo) caracterizados como editores de imagens apontaram e relacionaram sua própria permanência com a construção de espaços e situações de sua convivência com o público (feiras, mostras, simpósios, mostras etc.). Enfim a arte em seus meios e também em novos meios e formatos, apontando seus caminhos muitas vezes antecipados em relação ao próprio cotidiano, esta é sua contribuição talvez, fazer e ser vanguarda, fazer e ser reflexo, fazer e ser o ontem, o hoje, e,por que não o amanhã ainda vindouro.

 

"Rosa Bella e a Cidade"2005 | HIPERZOOM 1ª mostra de fotografia contemporânea de Antonina-Paraná. Produção, curadoria e direção de montagem: André Serafim | Produção: André Serafim e Marcel Fernandes | Design  Gráfico: André Serafim e Marcel Fernandes. Seleção: André Serafim e Marcel Fernandes.

Desenho, fotografia e edição digital

Sobre mim

Meu nome é Andre Serafim sou artista visual e um apaixonado por desenho, cinema, games e música eletrônica..

Comecei a desenhar quando tinha aproximadamente a idade de 6 anos. Minha primeira exposição individual (aquarelas) foi na cidade do Guarujá Estado de São paulo, na Pinacoteca Wega Nery aos 17 anos. Fui premiado no Salão do Mar na cidade de Antonina no Estado do Paraná. Ainda jovem obtendo mais de 10 premiações no estado. sempre apaixonado pelo desenho em suas variadas expressões, das animações aos quadrinhos, do traço a grafia, das intervenções contemporâneas aa apropriações de suas especificidades. Atualmente desenvolvo pesquisas na área dos elementos digitais e também da imagem construida pelo cinema ao longo de sua criação.

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COMO UM BESOURO NA VIDRAÇA:A ARTE DE ANDRE SERAFIM.

by Mariza Bertoli. mestra em Estudos Latino-Americanos - Fundamentos e Crítica pela Universidade de São Paulo(1993) e doutora em Estudos Latino Americanos Fundamentos e Crítica pela Universidade de São Paulo(2003). Atualmente é Conselheira da Sociedade Científica de Estudos da Arte, Secretária Geral do Associação Brasileira de Críticos de Arte e Membro do Associação Internacional de Críticos de Arte.

A trajetória artística de André Serafim é testemunha da sinceridade deste artista parnanguara, apaixonado pela sua terra, preocupado com a memória e comprometido com a visualidade contemporânea.

Nasceu em 7 de agosto de 1965.

Criança, desenhava nus femininos e histórias com naves espaciais, que trocava por figurinhas para completar o álbum ou então, por entradas de cinema. Foi chamado de artista plástico pela primeira vez, no Teatro Procópio Ferreira, na praia da Enseada, no Guarujá, em 1990, quando expôs aquarelas e desenhos. No mesmo ano fez a sua primeira exposição em Paranaguá, na sede do Conselho de Cultura. Havia entrado no Conselho de Cultura, aos nove anos, atraído por um grande vaso de cerâmica que estava na porta. Acabou fazendo um teste seletivo e foi o único aluno aceito para o curso de pintura com Rafael Lopes, porém foi logo desestimulado pelo professor.

André Serafim conta que o estimulo decisivo que ele teve para ver a arte foi em 1987, do Prof. Fernando Bini, que ensinava História da Arte, quando ele estudava Desenho Industrial na Pontifícia Universidade Católica do Paraná, em Curitiba. Porém quem o animou a se dedicar ao trabalho artístico foi Carlos Perna, oferecendo-lhe um ótimo atelier para trabalhar e apresentando-o a outros artistas, como Geraldo leão e Leila Pugnaloni. Neste convívio, passou a frequentar os Festivais de Inverno de Curitiba. Estudou Desenho e Pintura com Dulce Ozinski (1991-92), História da Arte e Pintura com Geraldo Leão (1994), Desenho e Pintura com Leila Pugnaloni (1994) e Gravura com Branca de Oliveira (1996).

Educou o olhar. Buscou a atualização frequentando as Bienais de São Paulo. Encantou-se com Kieffer, Munch, Beyus, Daniel Senise, Flávio Shiró e Antônio Dias. Passou a ver e apreciar a arte dos artistas mais próximos como Geraldo Leão e Leila Pugnaloni. Identificou-se plasticamente com Beni Moura.

Em 1993, a pintura e o desenho de André Serafim atingem o nível de simbolização, assumem o estatuto de Arte.

A mostra intitulada "Olhos Nus" reuniu uma série de pinturas chapadas, em tinta acrílica ou vinílica sobre tela, onde a figura é destacada sobre um fundo de cores primárias, "presa" por contornos bem definidos, começando a esboçar algumas deformações expressivas nos pés e nas mãos. Os vermelhos, o azul cobalto, o amarelo da Pérsia são cores em choque com os brancos crus da tela.

Evolui para uma pintura mais solta, com fundo manchado. A figura humana ganha volume, redondezas, no movimento da pincelada. A imagem da mulher se ilumina sobre o fundo preto, destacando o triângulo do púbis. Descobre a luz que vem de dentro das figuras, não a luminosidade mística, mas a da paixão.

Em 1994 segue o caminho da abstração. Ao mesmo tempo, produz uma série de desenhos, aquarelados, leves, com figuração lírica, sempre valorizando as cores dos fundos.

Na lente do artista a cor se intensifica a medida que a imagem se fragmenta. Como se entrasse na pintura, as linhas vão se tornando escassas, os planos cromáticos vão se expandindo em pinceladas largas, deixando lugar para a luz.

Em "Fragmentos" ou "Rua da Praia", no casario abandonado, o gosto pela pintura se mostra em grandes espaços, plenos de luminosidade, com texturas bem trabalhadas. A figura se insinua e não é mais pintada, mas desenhada com o cabo do pincel, gravada na superfície da tinta.

Sente que a cara da cidade está se desfazendo, a memória gritando, quase sem definição, apodrecendo. E o rio Itiberê brilhando, impassível, reflete essa agonia.

Pinta o casario e seus reflexos. Pinta "O Coração da casa vermelha", as mulheres da vida na janela é o que pulsa pleno de vida, no ambiente degradado.

Indignado com o abandono do centro Histórico, pinta "Paranaguá 1995", no aniversário da cidade. Esta obra é marcante porque exige do artista, novos meios expressivos, o ingresso na texturização que o caracteriza, atualmente. Essa obra tem o seu núcleo em forma de círculo, entre as datas significativas:1648 - 1995. È uma lente por onde as pessoas olham a cidade oculta pela degradação. A cor quente, revela luzes sobre a superfície texturizada da pintura. "Oceânicos" (1996) seria uma obra só pintura, em espelho, não fora pelo título indicativo. Mostra positivo e negativo, em azuis intensos, profundos. É decisiva para que o artista busque novos meios expressivos.

A figura está desaparecendo, o artista rompe a lente e retorna com uma imagem ancestral: o triangulo do púbis feminino, em forma de monumento. Depois, mostra a sociedade de consumo e seus detritos, o fantasma das mensagens publicitárias, desproporcionais, ao lado da fragilidade da criança que aparece na janela.

"Casa da Cultura" (1997) é um retrato enigmático da gente parnanguara, em busca da sua identidade, rompendo uma crosta que quer fazê-los massa. Netas obras a texturização é que mostra o caminho do artista. Ele trabalha com terras, óxidos de ferro, as cores da ferrugem, como se fizesse uma busca arqueológica.

As mudanças na cidade são visíveis e o arista assume um compromisso com a visualidade do nosso tempo. Quer um olhar novo sobre a cultura, vai em busca das práticas antigas. Procura Senhorinha, a das panelas de barro, e a sua sabedoria antiga. Descobre os materiais locais, aproxima-se do artesão, no fazer coletivo. Abandona as tintas, usa somente barro _ o tacuí, usado pela Senhorinha, uma espécie de coloide, que aparece na pintura como cinza ou verde. Envolve-se tanto na pintura que sente-se preso nela. Fecha-a por fora. Envolve-a em cipó, lembrando coroa de espinhos. Agora são duas as faces da pintura.

O artista sente-se como um besouro na vidraça, porque desde o início a sua obra tem um endereço, é para ser vista, é para quem lhe dedicar o olhar. Ele poderá ou não abrir janelas, mas certamente estará preso nessa obra.

Nas últimas obras(1998) a figura feminina retorna, dramática inserida sobre planos enferrujados, e espaços de cor púrpura ou violeta. A figura que renasce, envolvida em cores novas e velhas, aponta novos caminhos na obra de Andre Serafim.

Paranaguá, abril de 1998. Mariza Bertoli.
acrilica sobre lona técnica mista e veladuras série "6 Cotidianos"
acrilica sobre lona técnica mista e veladuras série "6 Cotidianos"

esta análise crítica foi realizada na cidade de Paranaguá, onde neste período estava com uma produção experimental entre óxidos, pigmentos novos, papéis e desenho utilizados em grandes áreas e suportes diferentes complementando com recortes de achados arqueológiocos da deteriorização do tempo em camadas oxidadas. A série ao lado complementa o final enigmático to texto onde nesta série já com uma trajetória artística bem definida utilizava pintura (pigmentos criados entre diversos materiais e colantes naturais e artificiais para a obtensão de cores únicas em tonalidades) sobre lona, ainda utilizando a linguagem do desenho (HQs), carvões, entre outros materiais. A série "6Cotidianos" foi realizada nas cidades de Paranaguá, Antonina e Curitiba, no ano de 2006. SERAFIM, Andre.

MAC - Museu de Arte Contemporânea do Paraná; 2016.

ÍCARO e o LABIRINTO


Produtos

BOOK OF ÍCARUS, o video.

Andre Serafim


André Serafim é frenético qual sua produção, embebidas em HQs, em séries de TV e em todas as manifestaçõesque envolvam grafismos e emotividade.

É artista em sintonia fina com o contemporâneo, nas artes visuais, na música, nos textos, na produção internética que dispôe.

No entento, sua marca e personalidade o diferenciam e podem-se considerá-lo um dos mais originais produtores artísticos desta geração.

Resultado de massacrante estímulo de imagens e das interferências manipuladas, a obra é compulsivamente e prazerosaamente realisada. O artista apresenta nesta sala de leituras estórias envolventes e misteriosas. 

Um  labirinto instigante para o conhecimento, e o espirito presente de ícaro para o inédito.

João Henrique do Amaral, Curador .


 CRÔNICAS DO JARDIM DO PARAÍSO

A obra CRÔNICAS DO JARDIM DO PARAÍSO, compõe um dos 5 grandes livros de impressões digitais e mixed media apresentados na instalação "The Book of Ícarus", na Sala Theodoro de Bona, MAC, Curitiba . O espaço representativo da produção de artistas contemporâneos é atualmente o espaço de exposições temporárias do Museu de Arte Contemporânea do Paraná. A série denominada "OS LIVROS PARA O AMANHÃ", tem como conceito tanto a narrativa imagética, a arte sequencial e a referência as HQs, ao cinema e aos Storyboards, quanto as construções em diversas plataformas, técnicas do desenho, as aquarelas e a edição digital em novas plataformas e suportes. Sua exibição ao público na instalação foi através de  ambientação em uma sala composta de mesa com os 5 livros maiores encadernados em capa dura na tonalidade azul real. Sendo os demais livros pequenos e médios em capa dura preta dispostos em cubos acrílicos  transparentes, totalizando com estes livros mais de 700 desenhos inéditos em papel canson.  Ao meio da sala foi disposto a sequencia em video da série "Book of Ícarus", sendo a sala envolta também por 7 aquarelas pequenas e desenhos emoldurados e dispostos em forma de  arte sequencial. As impressões são construídas entre plataformas mobiles, desenhos, fotografia digital e impressas em papel Opaline 230grs, em tamanho A-3, (outras formas de impressão também compuseram a mostra de papel sulfurisé aos papéis fotográficos e fine art). Esta série propõe ao espectador o embarque nos registros da viagem dos primeiros seres "anjos", para o plantio do primeiro jardim do paraíso. O nascimento das "flores coração" (simbologia utilizada primeiramente na série " O vento e a colina" de 2001), os anjos (arquétipo do amor incondicional aqui em suas representaçãos), e também reforça a utilização de midias diversas para a sua produção, denominadas pela técnica "mixed media".


THE DREAMING

A série "The Dreaming" também compôs a instalação apresentada no ano de 2016 e permanecendo em exposição no MAC até 05 de março de 2017. E sua produção foi realizada entre desenhos, pintura digital, colagem digital, fotografia e digital print em papel Opaline 280grs.tamanho A-3,para sua apresentação ao público.


Série "A RUA 33"

Serafim, 2017.


OUTROS PROJETOS ARTÍSTICOS

HIPERZOOM| mostra de fotografia contemporânea, Antonina - Paraná, 2005. Curadoria e montagem| Andre Serafim. Produção e idealização do projeto| Andre Serafim e Marcel Fernandes.

conversando de cinema e artes visuais


Cinema na UFPR: Conversando de cinema e Arte com André Serafim

Atualizado: estas ações ocorreram nos anos de 2010/2011. Uma parceria do SESC-Caiobá com a Universidade Federal do Paraná, (na época atuava como técnico de cultura da unidade Caiobá), onde apresentávamos cinema e conversas sobre cinema e arte nas ICHs / Interações Culturais e Humanísticas (no período da noite sobre coordenação das servidoras Carla Cunigo e Priscilla Hidalgo, e no período matutino sobre coordenação do professor Almir).

Lecture and exhibition of films and studying to the visionary directors like Luiz Fernando Carvalho, Walter Sales, Ang Lee, How-Hsiao-Hsien, and Wong Kar-wai.

Lecture and exhibition of films of the nouvelle vague in the UFPR (federal university of coastline)...within the show's some major name of the movement French...Claude Chabrol, François Truffaut, Alain Resnais, Robert Bresson, Jean-Luc Godard.

estas ações ocorreram no período de 2010 a 2011 no campus da UFPR setor Litoral, em parceria com o SESC Paraná. este projeto apresentou debates, roda de conversa entre outras propostas como análise da fotografia, direção de arte e olhares sobre o objeto arte contemporânea, e sua aplicação na área das artes visuais. Na foto conversas antes da exibição temática do dia a "Nouvelle Vague".


Contos da Carne de Paulo Ras

 a convite do escritor Paranaense Paulo Ras ilustrei a edição de seu livro inédito "Contos da Carne"com algumas pranchas também inéditas e desenhadas para a edição.


na foto com o músico e compositor Paranaense Leo Damião,  a profª Clauba Machado mendonça e a técnica de cultura Adriana Silva
na foto com o músico e compositor Paranaense Leo Damião, a profª Clauba Machado mendonça e a técnica de cultura Adriana Silva

em 2014 tive a imensa honra de ser convidado para ilustrar a obra literária do escritor e amigo Paranaense Paulo Ras. A criação da capa e de algumas pranchas para o miolo da obra são desenhos à pontas finas e aquarela sobre papel 330grs grano fino. Na foto ao lado no lançamento e tarde de autógrafos na Biblioteca "Mario Lobo". Dados internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)

RAS,Paulo. Contos da carne.- Curitiba,PR; Travessa dos Editores,2014,124p.:21cm.


NOVAS PRODUÇÕES| 2017

DÉMÉTER

série, mixed media| fotografia mobile, fotografia digital. desenhos. pintura digital, impressão digital em couché 130gr (referência à encartes de cd de audio), e com sonoplastia criada pelo produtor musial TONEMIND.


DEMETER

Deusa da fertilidade. No Olimpo, a deusa Deméter recebeu de seu irmão, Zeus, a tarefa de proteger os campos cultivados para que fossem sempre férteis.

Deméter é a regente da nutrição e do crescimento dos filhos.

Descritivo da obra:

As conexões, direções propostas pela construção da série "Deméter", seus meios expressivos, conceituais, imagéticos e sonoros revelam as possibilidades tanto da imersão (ao manusear e experimentar em conjunto à sonoplastia criada para a obra, a série pretende o ato imersivo e conceitual dela) quanto da experimentação do objeto contemporâneo em suas possibilidades de apresentação e suas referências das linguagens visuais e sonoras (aqui a apresentação se dá pela obra estar em suporte e formato de encarte fazendo assim referência aos álbuns confeccionados para cds de música). Esta construção baseia-se também no material proposto para sua confecção (os encartes assim como a série serão impressos em papel couché 120 grs. E utilizará grampos para seu manuseio e fixação das páginas gerando um total de 30 págs., com capa e contracapa). Em outro momento, (este processo ainda está em construção/experimentação) algumas imagens serão confeccionadas com impressões em grandes formatos, sendo sua seleção obedecendo o conceito e narrativa da série, outra proposta se dá pela projeção das imagens em sequência ambientando o espaço expositivo, para também fazerem parte de uma exposição da obra completa tanto em manuseio, imersão audiovisual e mostra em gravura digital ou instalação áudio visual em um mesmo espaço expositivo. Ainda Deméter, se utiliza de multimeios para sua confecção. São imagens captadas tanto por mobile device, fotografia em alta resolução, renderização (processo ao qual obtém-se uma imagem final de um processamento digital), desenho tradicional, pintura digital, e experimentações gráficas e textuais para a composição e geração das imagens finalizadas.

Conceito:

Deméter, nome dado à nave interplanetária narra as experiências do viajante estelar (personagem já inserido na mostra "Ícaro e o Labirinto, apresentada em novembro de 2016 no MAC, Museu de Arte Contemporânea do Paraná, situado em Curitiba, e com curadoria do crítico e pesquisador de arte João Henrique do Amaral). Esta nova produção apresenta a possível terceira viajem do personagem por infinitas terras (uma delas seria o nosso planeta azul, referido nas imagens). Suas experiências e contatos antes da criação dos novos "paraísos" (aqui paraíso faz uma alusão ao éden bíblico, o paraíso criado por Deus para suas criações). E apresentado a partir das séries: o vento e a colina (2001) e 6 cotidianos (2006) por exemplo, onde sua apresentação foi denominada e grafada pela expressão "Paradiso" (referência à obra cinematográfica Grandes Esperanças, de Alfonso Curón,1998). Onde questões sobre o amor, gêneros (sexo), o espaço sideral, mitologia, ficção científica e divindades permeiam o seu olhar e reflexões. São as anotações e vivências do personagem em suas narrativas e diários da viagem. Dentro da proposta da série há o conceito aberto e sem posicionamentos, pré-julgamentos ou intensões, pois o personagem é destituído de qualquer julgamento ou definições. Sua jornada em muitos momentos carregada de sensações de tristeza, é pelo paraíso terrestre, ou sua lembrança do Éden (que não deu certo), pois foi maculado desde seu princípio e até hoje o ser humano (habitante real da Terra) sofre as mazelas de sua própria ganância, arrogância e insubordinação às leis universais do amor e respeito. Entre estas possíveis viagens, há indicações, caminhos propostos, não há respostas prontas, pois, o personagem é um enviado. Um mestre. Um aprendiz. Um observador de novos planetas para os novos plantios das flores coração. Combustível este que carrega o divino do todo. E neste contexto as indicações vão desde clássicos da música mundial e suas composições poéticas (exemplos da terra) encontradas em suas letras originais (Yellow Submarine, The Beatles,1968 à banda de Synthpop inglesa Depeche Mode e seus respectivos álbuns "Sounds of the Universe 2009", e "Spirit 2017"). Até as referências literárias de clássicos como "Peter Pan" de Barrie e "Alice no País das Maravilhas", de Carroll. Outra fonte de inspiração se dá por outro genial criador Alex Raymond, autor de "Flash Gordon". Assim a série e seus campos de reflexão, conceitos e diversidade de técnicas e tecnologias hibridizam tanto com espaços, formatos, produções e propõe o cenário para esta imersão criada dentro de possibilidades áudio visuais.

André Serafim, outono de 2017.

Convidados Especiais:

Para a elaboração da série todas as imagens dos desenhos originais foram fotografadas pelo artista e fotógrafo Marcel Fernandes no verão de 2017. Assim como as imagens em p&b (8 ao todo), utilizadas na obra foram cedidas gentilmente pelo artista Marcel Fernandes e editadas e manipuladas por André Serafim.

Para a criação sonora (sonoplastia) a criação ficou a cargo do produtor musical Tonemind (Michel Godoy) partindo da inspiração citada na obra como referência tanto na produção como imagética e textual do gênero musical eletrônico denominado synthpop do grupo inglês Depeche Mode e as canções: "Perfect", "Cover Me", "Fail" e "I Want It All, " e demais artistas representantes desta modalidade musical como: Kraftwerk, New Order, Duran Duran, Human League, Erasure, OMD entre outros.

ANDRÉ SERAFIM


Macro Vision | a mirror man experience

                                              2017 | 2019

MACROVISION | 

série, mixed média, fotomontagem, colorização digital, object and mobile devices. 2017/19

MACROVISION

(Grego makrós, à, ón, grande, longo)

Substantivo masculino- sinal gráfico, colocado sobre uma vogal, indicação de longo.

Substantivo feminino- conjunto de instruções/comandos para reprodução a qualquer momento.

Elemento de composição- elemento que significa grande, aumentado.

APRESENTAÇÂO

"Uma ótica ampla. Uma visão entrelaçada com a propagação do amor. A flor coração reaparece. O primeiro paraíso perfeito. Uma reflexão do que somos, fomos e ou seremos e o humano. Uma visão interna e externa atrelada à estrutura do ser humano, aqui referenciada e utilizada na imagem do esqueleto tanto do corpo masculino e feminino, como conceitualização imagética e poética na construção da série". Este processo na construção das imagens também tem por influência e inspiração as músicas "macro",2005 - Depeche Mode, álbum "playing the Angel" e "mirror man" Human League 1982, data de lançamento 21.11.82. outras fontes OMD "History of modern"2011, "English Electric" https://omd.firebrandstore.com/ 2013 e "The Punishment of Luxury" https://omd.uk.com 2017, composições também indicadas nas séries e sua relação com os processos criativos.

DESCRITIVO

A série "macro Vision", estabelece outras ligações, tanto imagéticas como conceitualmente. Seu processo de construção tanto baseou-se na estrutura do corpo humano, através de renderização das imagens buscadas tanto entre placas de raio-x ou captação das imagens de raio-x, bem como sua vetorização e tratamento digital. Foram encontradas diversas montagens no ciber espaço, bem como chapas originais foram doadas para a elaboração e edição final na série. Esta produção também vincula novos desenhos e aquarelas da flor coração (elemento de composição utilizado em diversas séries ao longo de mais de 10 anos) para a edição final das obras. Uma nova concepção apresenta mais ligações com as questões humanas. A criação do paraíso (ícone cristão) Hoje, fato recorrente no cotidiano, as mazelas e incoerências da "sociedade" atual, seus erros e embaraços em relação tanto ao futuro, quanto ao agora. A história em relatos dos diários do viajante estelar, suas anotações e impressões sobre os textos de referência SIRIUS e MOON. A "macro visão" do tema (como um libelo ao interno), à introspecção, ao ato de vermos dentro e do outro para o outro e para nós, é a temática desta produção. Sem verdades absolutas, ou discursos pretenciosos, esta nova série, apenas propõe dialogar com as questões humanas e a arte como processo tanto de construção tecnológica (o uso de ferramentas digitais, fotografia mobile entre outras edições computacionais). Como conceitualmente tanto através da música (referência ao synth pop e o grupo Human League), quanto ao pensamento oriental em relação a construção pessoal e coletiva de resignação e respeito ao todo. Empathy.

ANDRE SERAFIM, 2017/19


as cinco chaves do conhecimento|

as cinco chaves encontradas nas escavações arqueológicas em CERES2 a base lunar da Terra1, foram coletadas e identificadas como artefatos pertencentes à Terra 1. Seus relatos antes da primeira queda identificam o jardim do paraíso e os caminhos para o não  fracasso da experiência com as sementes humanas. As imagens, símbolos e códigos são informações e mapas de acesso a criação do paraíso e o plantio das flores coração. Sendo eles, os paraísos, criados e distribuídos entre os mais de 70 planetas da federação no segundo período do universo. Eles foram denominados ALIADOS.

Blue key| a chave do despertar| o primeiro dos cinco mapas encontrados revela caminhos entre o sonho, o pensamento e as reflexões.

Yellow Key| a chave da sabedoria| esta contém os saberes dos primeiros e fala de canções e poesias de SIRIUS entoadas nos campos do amor.

Siena Key| a chave das novas sementes| o penitente alcançará seus bons frutos, esta é a mensagem dos sábios de SIRIUS B o ano 1 do universo primeiro. Eles são chamados de Os Iguais.

Green Key| a quarta chave encontrada trás revelações do caminho a seguir| desde o caminhar até o voo final a semente do amor carrega a história das sementes do jardim do Paraíso.

Red Key| a chave do amor| os iguais trazem a mensagem nos campos do amor em SIRIUS. O novo plantio deve começar cantam os anjos, guardiões do jardim.  

macrovision | uma experiência imagética onde as indicações se complementam com os conceitos e elaborações da imagem

SERAFIM 2019

as cinco chaves do conhecimento encontradas nas escavações arqueológicas em CERES2 base lunar | cinco cores | cinco caixas | cinco códigos de acesso a histórias dos jardins do paraíso o local Terra 1 o terceiro planeta do pequeno sistema regido por um sol. A Lua seu satélite natural é até hoje conhecida por sua grande cidade/base e seus habitantes. 

subject | compilação23 arquivos de memória | diário do viajante estelar ano 2108 | quarta viajem a Terra1 o novo paraíso em construção| data | 3780 d.C. T1 NU - calendário utilizado em conversão direta com 70 planetas confederados.

SIRIUS| 2018 

SIRIUS, 

THE ARRIVAL 2018 mixed média

Sky 2018 mixed média

DESCRITIVO|

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